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Carta ao Amor (ou Eros)

Sempre gostei da noite, sempre me interessei pelas histórias das criaturas sombrias que deveriam viver perambulando por ela, sempre gostei do frio e sempre odiei pessoas abertas demais.

É, tem um pouco de escuridão e obscuridade dentro de mim. É, sei que sou jovem demais para tanta escuridão. É, sei que um coração de menos de 20 anos não deveria ser tão triste assim. Mas, desculpa, estou tentando melhorar.

Desde que você entrou na minha vida, Amor, está tudo um pouco mais colorido. E sei que sou intensa demais. Mas não há nada que um pouco de reajuste sentimental não possa resolver. Sorrisos, abraços, chocolates, bebidas, beijos, sexo. Essas coisas são remédios que só você, Amor, trouxe pra minha vida. Amor, esses remédios curam qualquer paranoia e dor, por mais profunda que seja. Porque na verdade, Amor, esses remédios têm uma coisa em comum: VOCÊ.

É, Amor, você é meu remédio, minha droga mais viciante, a única coisa que me alegra nos últimos tempos. E, se te magoei, se te ofendi, se te desprezei, mil perdões. Você não merece nada disso. Você merece tudo o que for mais lindo, tudo o que for mais alegre e tudo o que for mais perfeito.

Prometo, a partir de hoje, Amor, suprimir toda a escuridão que te causa feridas e deixar dentro de mim... de nós... apenas cores, flores e (MUITOS) amores!


Com (muito) amor,
beijos,
de sua amada.

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